Dicas

Home » Dicas

Realidade Re-vista - José Carlos Marão e José Hamilton Ribeiro

"Este livro conta a história e reproduz algumas das melhores reportagens da revista Realidade, a publicação que revolucionou o mundo das revistas brasileiras em plena ditadura militar. Seus autores - José Carlos Marão e José Hamilton Ribeiro - integraram a extraordinária equipe de jornalistas que criou a revista e lembram, nesta obra, tanto o clima dos primeiros anos como muito das saborosas histórias dos seus bastidores.

Iconoclasta, irreverente, investigatica e corajosa, REALIDADE renovou a arte da reportagem, questionou tudo, derrubou tabus, revelou um país praticamente desconhecido para uma nova geração de leitores e entrou na história como exemplo de jornalismo inesquecível e transformador.

Não deixe de ler!"

Roberto Civita - Primeiro diretor da REALIDADE e editor do Grupo Abril 

O Jeitinho Americano - Matthew Shirts

"Quando Matt começou a escrever suas cronicas semanais no Estadão, em 1994, fiquei de orelha em pé, e por um duplo motivi. Primeiro, porque tive de me curvar ao fato de que, mesmo tendo aprendido depois de adulto essa tralha de língua complicada que é o português, inda mais na informalíssima versão brasuca, o grigo batia um bolão em seus textos leves, divertidos e cheios de ideias sobre a cultura brasileira, dos grandes temas à miudeza do cotidiano, que davam um baile nas teses e publicações destinadas à corriola universitária, da qual, aliás, Matthew Shirts, o popular Mateus, é oriundo.

Depois, porque me deu um ciúme danado de ver acessíveis a todos os leitores do jornal Estadão aquelas histórias e reflexões deliciosas que ele desfiava diante dos amigos durante nossas prolongadas tertulias boemicas. Os causos do Mateus envolviam basicamente sua infância e adolecência no States, com muito surf, Hendrix e Monk, e a por vezes inacreditável saga de sua adaptação à Terra Brasilis. Isso, desde meados dos anos 70, quando ele aportou nestas plagas aos 16 anos para passar um ano em Dourados, no Mato Grosso (hoje, o do Sul), como intercambistado American Field Service (AFS), um programa internacional que abria as portas do mundo para os teens americanos e as dos Estados Unidos pra molecada do mundo todo, ou quase.

Agora, com as crônicas finalmente - e finamente - selecionadas e editadas em livro, somos convidados à mesa do cronista para os debates lúdicos e sempre instigantes que ele trava em torno de temas que vão desde a antiga importância do casco retornável da cerveja nas relações econômico-afetivas entre os brasileiros até a iminente substituição do livro de papel pelos leitores eletrônicos - passando por um sempre animado bate-bola com alguns dos nomes mais importantes da cultura contemporânea, a começar por Richard Morse, seu professor na Califórnia e grande amigo, um autêntico WASP da costa leste que se interessou pela América Latina depois de assistir Carmem Miranda ao vivo. "Nunca tinha visto uma mulher se mexer daquele jeito", confessou-lhe o mestre, instigando-o a vir pela terceira vez ao Brasil, como aspirante a brasilianista. É o que Matt nos conta em uma das crônicas memoráveis deste livro.

O mais bacana de tudo, porém, é que, além de termos à mesa os interlocutores prediletos do autor, caras do naipe de Hunter Thompson, Antonio Pedro Tota, Jorge Caldeira, Roberto DaMatta, Mario Prata, José Miguel Wisnik e o cineasta Quentin Tarantino - além de Morse, é claro -, somos seduzidos aqui a vivenciar nosso país como ele é em seus melhores momentos, lugares e ângulos. O Brasil de Matthew Shirts é o lugar onde, infelizmente, nem todos estamos o tempo todo. Mas é, com certeza, onde todos merecemos estar, de preferência na companhia deste adorável gringo da pá virada."

Reinaldo Moraes - escritor (ficou conhecido nos anos 80 pela obra Tanto Faz)

Ficha Limpa - Moacir Assunção e Marcondes Pereira Assunção

“Moacir Assunção e Marcondes Pereira Assunção apresentam à sociedade brasileira um livro de leitura obrigatória por todos os que têm compromisso com a democracia brasileira como um processo irreversível, mas ainda incompleto.

Com o termino da ditadura militar, comemoramos a conquista do direito de escolher os nosso mandatários em todos os níveis. Começamos, assim, o prazer do acerto e o dissabor dos erros que só a democracia pode conceder ao conjunto dos cidadãos.

Mas não é possível reduzir o alcance da experiência democrática à realização de eleições periódicas, portanto elas devem, além disso, ser igualmente livres e justas.

Com o passar dos anos, estamos redescobrindo de forma crítica esta necessidade. Não nos contentamos mais como simples exercícios do direito de votar e queremos que as eleições sejam de fato o reflexo da complexidade do tecido social, sob pena de restar defraudada a representação.

Por isso mesmo não é razoável que as eleições tenham os seus resultados comprometidos pela ocorrência de qualquer forma de abuso de poder, seja ele político ou econômico. Mas, infelizmente, tais críticas seguem marcando os nosso processos eleitorais e pervertendo o alcance das suas finalidades constitucionais.

Isso tem feito a sociedade brasileira agir.

Nos últimos 14 anos, grupos sociais não comprometidos partidariamente – hoje reunidos no Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) – decidiram declarar guerra à formas mais grosseiras de corrupção eleitoral.  De uma primeira e memorável mobilização surgiu a lei de iniciativa popular contra a compra de votos e o uso eleitoral  da máquina administrativa (Lei número 9.840/99).

Agora, pouco mais de dez anos depois, as mesmas organizações que conquistaram a lei anterior trouxeram à cidadania brasileira – também por iniciativa popular – Lei Complementar número 135, de  4 de junho de 2010, já conhecida como a Lei da Ficha Limpa.

Ela já chegou marcando profundamente o processo eleitoral ao permitir o indeferimento de registro de pessoas envolvidas com práticas inadequadas e de geral um inédito debate social sobre o comportamento dos candidatos no tocante aos seus compromissos éticos.

Por isso mesmo, é sem dúvida a principal inovação legislativa do ano de 2010. É o assunto mais constante na crônica política e nas conversas na hora do cafezinho. Todos discutem a importância dessa lei e até a sua compatibilidade com a vigente ordem constitucional. Ninguém pode negar, contudo, o impacto histórico desta lei, que trouxe para o centro de discussões esse tema tão essencial quanto esquecido até recentemente: a imprescindível conexão entre ética e prática política.

Fica fácil, assim, compreende-se a importância desta publicação, que em boa hora vem preencher um vazio na bibliografia brasileira sobre a história e os desdobramentos dessa lei de tão grande envergadura.

Os autores não poderiam ser mais autorizados que o advogado Marcondes Pereira Assunção e o jornalista Moacir Assunção. Marcondes é um estudioso do direito eleitoral. E Moacir, como profissional da comunicação, acompanhou de perto cada passo da longa jornada até a aprovação da lei. Conheceu, assim, os bastidores, os riscos e as conquistas de um movimentado complexo e inovador.

Este livro é, antes de tudo, um registro ainda não realizado, e, por isso mesmo, imprescindível. Sua leitura deverá ser estimulada nas escolas, nas igrejas, nas associações, nas empresas e nos sindicatos. Qualquer um que ostenta um título de eleitor deveria lê-lo antes de exercer a sua cidadania como elemento obrigatório para a compreensão do momento político em que vivemos.”

Prefácio de Márlon Jacinto Reis – Juiz eleitoral e presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abramppe) é um dos líderes nacionais do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que lançou a Lei da Ficha Limpa.

 Bombas de Alegria - José Macia (Pepe)

“Pepe é o maior ponta-esquerda do mundo.

Mas, mais importante do que isso tudo, é que Pepe é um legítimo boa-praça.  Em vez de colocar-se num pedestal de grande jogador, em vez de arrotar seus títulos e posar de grande jogador do passado, Pepe é do tipo que fica contando histórias e piadas, rindo e se divertindo.

Este seu livro de memórias é esperado há muitos anos. Ele vem juntando suas histórias num caderninho desde que começou no futebol. E escreveu-as como um bom contador de histórias, como um bom contador de piadas: dominando o ritmo, fazendo suspense na hora certa, descrevendo as personagens com graça, encerrando as histórias com fecho de ouro.

Nesta obra o leitor vai encontrar causos divertidos : o primeiro campeonato que conquistou (comemorado com sanduiche de mortadela e guaraná), as histórias de seu chute poderoso (que derrubou traves e desacordou um zagueiro), o técnico que motivou os jogadores mostrando um furúnculo em suas nádegas, as folclóricas excursões do Santos pelo mundo (com doenças venéreas, roubos, gozações e travestis), enfim, bastidores, tristezas e alegrias de um tempo em que campeões mundiais iam de bonde para o treino. Tudo com o humor de quem sabe que a glória não é assim tão gloriosa.

Poucos jogadores seriam capazes de escrever sua própria história. Com a graça de Pepe, nenhum.

Parece exagero, mas não é.”

José Roberto Torero

 Karate-Do - História Geral e no Brasil - Paulo Bartolo

“Paulo Bartolo mostra, através da sua maestria como praticante de Karate-Do e de sua faceta como educador, o carinho que recebeu dos seus muitos admiradores e alunos, prova contundente da aceitação do público, que agora tem a oportunidade de conhecer mais um de seus trabalhos. O professor Paulo Bartolo não mede esforços para edificar uma obra inestimável a todos os interessados e ainda posso afirmar que este livro faz parte de um homem idealista, que cultiva, entre suas múltiplas realizações, o gosto pelas letras e seu respeito à humanidade e à vida.”

 Dr. Marcelo Teixeira – Ex-Presidente do Santos FC e Pró-reitor da UNISANTA

 Santos - Um Time dos Céus - José R. Torero e Marcus A. Pimenta

 “Considero a dobradinha Torero e Pimenta genial. Seus livros são sempre lidos por mim com muito prazer.  Este é mais um, que conta a história do grande Santos em forma de romance – os dois são verdadeiros craques – no papel, que fique bem claro!

 Só que, como agora que sou meio escritor, tendo lançado livro na praça recentemente, deixo um desafio para a dupla:

 - Zé Roberto e Marcus Aurelius, caprichem nessas canhotas! Para nos igualarmos nos feitos, quero ver vocês jogando no ataque do nosso Peixe. Serão os seus pés tão mágicos quanto suas mãos?"

José Macia, o Pepe

Pelé 70

Com ilustrações, esta obra bilíngue é uma homenagem à comemoração dos 70 anos de Pelé. Eleito o atleta do século, o ex-jogador de futebol completa 70 anos de vida no aniversário de 40 anos da conquista da Copa de 1970 no México.

Autores: Roberto Muylaert, José Roberto Torero, Michel Laurence, Chico Sá, Vicent Defourny, José Macia (Pepe) e Orlando Silva.

A imagem da sobrecapa do livro foi desenvolvida em dez versões.

Álbum de Fotos

Compartilhe essa página

Acompanhe também

Twitter Orkut Facebook